
Polícia Civil

Martha Rocha fez história na Segurança Pública ao se tornar, em 2011, a primeira e única mulher a comandar a Polícia Civil do Rio de Janeiro. Sua história na instituição começou em 1983, quando ingressou como escrivã, conquistando melhorias para as colegas e ocupando todos os cargos importantes.
À frente da Polícia Civil, deixou um legado de avanços importantes. Com foco na defesa das mulheres, potencializou as Delegacias de Atendimento à Mulher (DEAMs), promoveu capacitações especializadas e criou os Núcleos de Atendimento à Mulher (NUAMs) na capital e no interior, ampliando a rede de proteção.
Em 2013, inaugurou a Cidade da Polícia, um complexo que centraliza delegacias e unidades especializadas, garantindo mais eficiência, integração e treinamento de agentes — tornando-se um dos maiores centros da América Latina. No mesmo ano, realizou uma histórica formatura no Maracanãzinho, com 1.114 inspetores e 135 delegados diplomados, fortalecendo a segurança pública do Estado.

Martha Rocha também apertou o cerco aos jogos de azar, determinando a apreensão de máquinas caça-níqueis, a prisão em flagrante de comerciantes e a cassação do alvará dos estabelecimentos. No campo da inclusão, assinou portaria que autorizou o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros policiais.
Além disso, intensificou o combate ao contrabando e à pirataria, reforçou a Corregedoria para aumentar a transparência e investiu em treinamento contínuo dos policiais, com foco em direitos humanos e atendimento à população. Seu último ato foi dar o pontapé inicial para a criação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros, organizando um grupo de trabalho para definir suas diretrizes.
Uma gestão marcada pela modernização da polícia, pela defesa da dignidade e pela busca de uma Segurança Pública mais eficiente e próxima da sociedade.


























